Unfinished

Sabe quando você sufoca uma louca vontade de falar/escrever algo? Pois é… Isso já dura tanto tempo…

Vez ou outra, consigo falar, mas a vontade de escrever é enorme…

Acho que ainda vou escrever sobre isso… Um dia… Quem sabe?

Overjoyed: For in romance all true love needs is a chance!

Talvez isso nunca chegue ao destinatário…

Over time
I’ve been building my castle of love
Just for two
Though you never knew you were my reason
 
I”ve gone much too far
For you now to say
That I’ve got to throw
My castle away
 
Over dreams
I have picked out a perfect come true
Though you never knew it was of you I’ve been dreaming
 
The sand man has come
From too far away
For you to say come
Back some other day
 
And though you don’t believe that they do
They do come true
For did my dreams
Come true when I looked at you
And maybe too if you would believe
You too might be
Overjoyed
Over love
Over me
 
Over hearts
I have painfully turned every stone
Just to find
I have found what I’ve
searched to discover
 
I come much too far
For me now to find
The love that I sought
Can never be mine
 
And though you don’t believe that they do
They do come true
For did my dreams
Come true when I looked at you
And maybe too if you would believe
You too might be
Overjoyed
Over love
Over me
 
And though the odds say improbable
What do they know
For in romance
All true love needs is a chance
And maybe with a chance you will find
You too like I
Overjoyed
Over love
Over you
 
Over you…
12/05/20esempre!

So disappointed…

Sinceramente, já estava pensando em deletar o blog pela simples falta de tempo de postar. Mas li alguns textos do meu antigo blog e, junto com a sensação de desapontamento, resolvi desabafar.

Sabem quando o tiro vem de onde menos você espera? Melhor: que o atirador é quem você menos espera! Pois é. Sempre achei que, com mais de 30 anos as pessoas agissem como adultos e não como crianças mimadas. Mas, não! Misturam pessoal com profissional, te pintam como alguém que você não é, mesmo depois de muito dar colo e carinho quando mais precisaram.

Fui envolvida (sem querer) em uma história até o pescoço e ainda levo patadas… Custo a acreditar que seja a mesma pessoa, mas, pelo sim, pelo não, não quero mais saber. Até porque, na minha concepção, isso não é amizade.

Enfim, é com tristeza que devo admitir: ainda que fosse uma amizade verdadeira, elas podem ser interrompidas. Muitas vezes, para sempre.

Imagem

Foto retirada do site http://arcadosbones.blogspot.com

Equilíbrio…

São tantas coisas para fazer e tão pouco tempo para executá-las…

Desde agosto, vivo entre RJ e SP. Desde novembro, desdobro-me no eixo AQA/Rio, tendo, ainda que dar conta de trabalho em dobro, montagem de casa e, tentativas, sem sucesso, de arrumar a minha mudança amontoada em um dos quartos do apto.

O tempo livre tem sido dedicado ao sono, que tem me faltado.

As saudades do Kadu só aumentam (a ponto de eu preferir não ficar muito tempo no telefone, pois, no fundo, só vai piorar a falta que sinto do peito, da voz e do sorriso dele) e é difícil ficar sem os papos constantes com minha mãe, irmã e tia.

É fato que sou workaholic, mas tenho tentado me organizar de forma que consiga ter um tempinho que, atualmente, só me sobra para ficar de bob vendo meia hora de TV. Tenho que arrumar mais tempo para cuidar da minha saúde (prática de esportes urgente!) e para fazer outras coisas que me dêem alegria. Caso contrário, o trabalho vai te sugando a ponto de você achar que o mundo corporativo inteiro depende exclusivamente de você: o que não é verdade. O que percebo é que não tem ninguém para resolver as minhas coisas, pelo simples fato de que não tenho tempo. Mas, no trabalho, sempre irão arrumar quem faça, ainda que me esperem voltar para fazê-lo.

E é nessa balança que me encontro e preciso achar o equilíbrio perfeito. Mas isso é tão difícil…

De volta à TV aberta.

Engraçado como pensamos que, diante de um novo costume, não conseguimos mais voltar a fazer algo que ficou no passado.

Sinceramente, não me lembro há quanto tempo não assistia a programação dos canais de TV aberta. Isso porque, assim que a Net chegou no meu bairro, meu pai fez nossa primeira assinatura e, desde então, nunca mais me limitei aos canais abertos.

Desde que meu Amore trouxe uma de nossas TVs aqui para Araraquara, eu a Dani H. buscamos formas de assistir algo até que tenhamos uma TV por assinatura: compramos inúmeros cabos e nada deu certo. Apelamos para a antena externa e adquirimos um cabo coaxial. Agora, podemos ver as novelas, além dos filmes que já passaram há séculos nos canais fechados e que, agora, “estreiam” na nos abertos.

Hoje foi dia de futebol paulista, Faustão, Fantástico e de… Como é mesmo o nome da sessão de filme que passa depois do Fantástico? Ah, sei lá… Tá passando “Dejà Vu”.

OBS: Ontem, rolou UFC em canal online! Rs… E viva a tecnologia!

Dream on!

Uma das melhores músicas que já ouvi na vida!

Vídeo gravado no show que fui, em São Paulo, em maio/2010, publicado no canal Aerojosuex360 do YouTube.

Nas Estradas de São Paulo

Pela primeira vez, peguei, sozinha, estradas que me levaram de Sampa para AQA: três horas cravadas, sem parar, entre a atual sede da empresa e sua futura sede (espero que sem multas).

As rodovias são muito boas e, claro, com muitos pedágios e pardais e, por passar por muitas cidades, tinha que ficar procurando por novas estações de rádio o tempo todo.

Aproveitei o momento estrada e, ontem, à noite, fui, com dois novos amigos, para Ribeirão Preto, conhecer o famoso Pinguim. Como eu fui escalada para dirigir na volta, tomei apenas um chopp (muitíssimo bom, por sinal).

Achei Ribeirão uma cidade muito bonita! Grande e, pareceu-me, bem organizada (pelo menos o lado que conheci). Precisarei explorá-la mais.

Conclusão: depois de tantos quilômetros, hoje, estou um lixo. Aff…

Nova mudança à vista!

Rio de Janeiro: 446 anos. 1.182,296 km² de área. 6.323.037 habitantes. 2 m de altitude. Clima tropical atlântico (14°C – 36°C).

São Paulo: 457 anos. 1.522,986 km² de área. 11.316.149 habitantes. 760 m de altitude. Clima subtropical (12°C – 28°C).

Araraquara: 194 anos. 1.005,968 km² de área. 208.725 habitantes. 664 m de altitude. Clima tropical (13°C – 31°C).

Em menos de 6 meses, saí de minha cidade natal, passei por Sampa e estou prestes a me mudar para Araraquara. Perto do Rio e de São Paulo, Araraquara é uma pequena cidade do interior (Ribeirão Preto, cidade maior mais próxima tem o triplo de população).

Minha primeira impressão não foi lá muito boa: achei a cidade muito tranquila para alguém agitada como eu. Mas, depois de passar quase uma semana por lá e de algumas pesquisas no Google, percebi que não era bem assim.

Estádio da Fonte Luminosa: torcendo para o Flamengo, um dia, passar por lá... Foto: skyscrapercity.com

Araraquara tem um estádio de futebol, conhecido como Arena da Fonte (ou Estádio da Fonte Luminosa), sede do time da Ferroviária. Também tem um time de rugby, o Locomotiva. Como se percebe, a cidade gira em torno da linha férrea que a corta, por isso tantas menções à trens e etc.

A cidade possui bons restaurantes e bares e alguma night. Não vai ser tão difícil arrumar diversão. Tem um bom shopping também, além de ficar perto de outras cidades da região, como Ribeirão Preto e São Carlos. Também vi por lá várias academias, umas duas ruas onde se concentram várias grandes loja, além de outras locais e regionais. Ou seja, ainda preciso explorar mais.

Coxinhas Douradas de Bueno de Andrada! Tudo de bom! Foto: Natalia Clementin - Blog Conversas de Sabor - http://conversasdesabor.com.br/blog/tag/coxinha-de-bueno/

Ah, e tem também o distrito de Bueno de Andrada. Uma cidadezinha pequetita mas que tem algo que leva várias pessoas a irem até lá: a famosa coxinha de Bueno. O salgado de lá é um sucesso!!! Quando fui, havia uma longa fila para fazer o pedido, pagar e pegar os salgados. Achei que fosse levar horas, mas, em 20 minutos, estávamos com nossos salgados e refrigerantes (a cerveja ficou para depois), a caminho da pracinha que fica em frente, para nos sentar em uma mesa de concreto e experimentar a iguaria. Deliciosas! Vale a pena e é um programa bem interessante para se fazer com alguns amigos!

Bem, arrumar um apartamento para alugar tem sido uma aventura. São poucos prédios, sendo os mais novos de alto padrão e os antigos, algo parecido com um prédio residencial do Centro do Rio: de 8 a 80 em uma quadra. A grande maioria das pessoas mora em casas de rua, fora de condomínios. Mas minha neura carioca/paulistana não me deixaria dormir sossegada em uma casa “sem segurança”. Eu sei: preciso mudar.

Vista do Centro de Araraquara, Foto: http://pt.wikipedia.org/wiki/Araraquara

Ah, e tem as pessoas. Os habitantes de Araraquara são muito especiais! Simpáticos com os forasteiros, sempre fazem a curiosa pergunta: o que uma carioca está fazendo se mudando para Araraquara? “Uma boa oportunidade de trabalho“, respondo.

Ainda preciso explorar melhor a cidade e a região. Conhecer São Carlos, Ribeirão e saber o que há de interessante por lá.

Aos poucos, contarei as aventuras e desventuras na minha futura nova cidade.

Bye, Jobs!

Hoje Steve Jobs partiu.

Não acompanhei a carreira dele, mas sim os produtos e invenções de sua empresa.

Após anos de luta contra um câncer, morreu cedo.

No entanto, em um discurso proferido a formandos da Stanford University em junho de 2005, elocubrou sobre a vida e a morte.

O texto, em minha opinião, é realista e humano.

(…) My third story is about death.

When I was 17, I read a quote that went something like: “If you live each day as if it was your last, someday you’ll most certainly be right.” It made an impression on me, and since then, for the past 33 years, I have looked in the mirror every morning and asked myself: “If today were the last day of my life, would I want to do what I am about to do today?” And whenever the answer has been “No” for too many days in a row, I know I need to change something.

Remembering that I’ll be dead soon is the most important tool I’ve ever encountered to help me make the big choices in life. Because almost everything — all external expectations, all pride, all fear of embarrassment or failure – these things just fall away in the face of death, leaving only what is truly important. Remembering that you are going to die is the best way I know to avoid the trap of thinking you have something to lose. You are already naked. There is no reason not to follow your heart.

About a year ago I was diagnosed with cancer. I had a scan at 7:30 in the morning, and it clearly showed a tumor on my pancreas. I didn’t even know what a pancreas was. The doctors told me this was almost certainly a type of cancer that is incurable, and that I should expect to live no longer than three to six months. My doctor advised me to go home and get my affairs in order, which is doctor’s code for prepare to die. It means to try to tell your kids everything you thought you’d have the next 10 years to tell them in just a few months. It means to make sure everything is buttoned up so that it will be as easy as possible for your family. It means to say your goodbyes.

I lived with that diagnosis all day. Later that evening I had a biopsy, where they stuck an endoscope down my throat, through my stomach and into my intestines, put a needle into my pancreas and got a few cells from the tumor. I was sedated, but my wife, who was there, told me that when they viewed the cells under a microscope the doctors started crying because it turned out to be a very rare form of pancreatic cancer that is curable with surgery. I had the surgery and I’m fine now.

This was the closest I’ve been to facing death, and I hope it’s the closest I get for a few more decades. Having lived through it, I can now say this to you with a bit more certainty than when death was a useful but purely intellectual concept:

No one wants to die. Even people who want to go to heaven don’t want to die to get there. And yet death is the destination we all share. No one has ever escaped it. And that is as it should be, because Death is very likely the single best invention of Life. It is Life’s change agent. It clears out the old to make way for the new. Right now the new is you, but someday not too long from now, you will gradually become the old and be cleared away. Sorry to be so dramatic, but it is quite true.

Your time is limited, so don’t waste it living someone else’s life. Don’t be trapped by dogma — which is living with the results of other people’s thinking. Don’t let the noise of others’ opinions drown out your own inner voice. And most important, have the courage to follow your heart and intuition. They somehow already know what you truly want to become. Everything else is secondary. (…)

“Pode até parecer fraqueza…

…Pois que seja fraqueza então”.

Para muitos, a ideia de morar sozinho é um objetivo na vida. Até para mim, um dia, isso foi. Mas será que eu não havia percebido que sempre fui uma pessoa cercada de amigos e de minha família e que sentiria muita falta de estar cercada por quem gosto?

A cada vez que me despeço de minha família, choro.

Eu chamo isso de saudades, mas sei que alguns chamarão de fraqueza ou carência. Seja qual for o nome, dói do mesmo jeito.

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